Em que ano Maringelli nasceu?

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Esfera de luz lenta-Cristiano Narchi 7B n 10

            Olafur Eliasson nasceu em Copenhague, em 1967, e passou a infância entre a Islândia e a Dinamarca. Formado na Academia Real de Belas Artes, em Copenhague, começou a apresentar suas esculturas e instalações em meados da década de 1990.

            Esfera de luz lenta, 2011. Uma esfera constituída por uma estrutura metálica e 
lâminas reflexivas que fragmenta e redefine o espaço ao seu redor.

            Para a Pinacoteca do Estado, Eliasson desenvolveu quatro grandes instalações que propões experiências em torno de percepção de cor e orientação. "Na Pinacoteca, o
artista usa o espelho como ferramenta óptica para tratar de geometria e percepção, e
conversar com a arquitetura do edifício."


Informações da Pinacoteca:
Praça da Luz, 02 - Luz - Tel. 11 3324-1000
Terça a domingo das 10h às 17h30 com permanência até as 18h
Ingresso combinado (Pinacoteca e Estação Pinacoteca): R$ 6,00 e R$ 3,00
Grátis aos sábados.
Estudantes com carteirinha pagam meia entrada.
Crianças com até 10 anos e idosos maiores de 60 anos não pagam.

Fontes:
Pinacoteca (museo)
http://www.pinacoteca.org.br/pinacoteca/default.aspx?mn=99&c=295&s=0


















Esfera de luz lenta (esquerda)









Olafur Eliasson (direita)

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Microscópio para São Paulo, Olafur Eliasson Rafael Aoki - nº 28

Olafur Eliasson nasceu em Copenhague, em 1967, e passou a infância entre a Islândia e a Dinamarca. Formado na Academia Real de Belas Artes, em Copenhague, começou a apresentar suas esculturas e instalações em meados da década de 1990. O processo de percepção da realidade está no centro de sua pesquisa artística, que parte da investigação de questões das ciências e envolve a recriação de fenômenos naturais.
Microscópio para São Paulo, 2011. Um caleidoscópio gigante formado por quatro espelhos reclinados que preenchem todo o pátio interno do museu. Os espelhos abrem em direção ao teto de vidro absorvendo toda a luz externa, criando um caleidoscópio com a própria estrutura do telhado. 
  Microscópio para São Paulo


















Fonte:http://www.pinacoteca.org.br/pinacoteca/default.aspx?c=exposicoes&idexp=575&mn=183

domingo, 23 de outubro de 2011

Musa Impassível, Victor Brecheret - Pedro n27 7B

Musa Impassível, Victor Brecheret
Esta estátua foi feita em mármore carrara esculpida por Victor Brecheret escultor modernista brasileiro. Feita em homenagem à poetisa Francisca Júlia, estava no seu mausoléu no Cemitério do Araçá e foi redescoberta em 1992 por Sandra Brecheret, filha do escultor. Foi levada à Pinacoteca de São Paulo para ser restaurada. No seu local ficou uma réplica em bronze pois seria incabível deixar uma obra dessa longe dos olhos do público.
Musa Impassível
Musa! um gesto sequer de dor ou de sincero
Luto jamais te afeie o cândido semblante!
Diante de Jó, conserva o mesmo orgulho; e diante
De um morto, o mesmo olhar e sobrecenho austero.
Em teus olhos não quero a lágrima; não quero
Em tua boca o suave e idílico descante.
Celebra ora um fantasma anguiforme de Dante,
Ora o vulto marcial de um guerreiro de Homero.
Dá-me o hemistíquio d'ouro, a imagem atrativa;
A rima, cujo som, de uma harmonia crebra,
Cante aos ouvidos d'alma; a estrofe limpa e viva;
Versos que lembrem, com seus bárbaros ruídos,
Ora o áspero rumor de um calhau que se quebra,
Ora o surdo rumor de mármores partidos.

Victor Brecheret nasceu em 1894, em Viterbo, na Itália. Estudou desenho no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo, interessando-se logo depois pela escultura de Rodin através de reproduções. Em 1913 transferiu residência para Roma, onde permaneceu por seis anos. Lá estudou com Dazzi e tomou contato com as obras de Bourdelle e Mestrovic. Voltou a São Paulo em 1919 após curta temporada em Paris. Pouco depois fixou-se em Paris, onde integrou o grupo dos fundadores do Salão das Tulherias.
Embora residindo em Paris, em 1922 tomou parte, em São Paulo, da Semana de Arte Moderna ao lado de Mário e Oswald de Andrade, Di Cavalcanti, Menotti del Picchia e outros. Brecheret foi o responsável por uma direção inovadora para a atualização da escultura brasileira em relação aos níveis internacionais contemporâneos, especialmente pela recusa de um academismo, com esculturas estilizadas e de tensão dramática considerável. Sua obra envereda, a partir de 1921, por um caminho cada vez mais moderno, dialogando com informações do cubismo e das vanguardas européias, sendo inquestionável a sua qualidade estética e formal.
Nos anos 30, também em São Paulo participou das exposições da Sociedade Pró-Arte Moderna e dos salões de Maio (1937 a 1939). Em 1951 foi homenageado na I Bienal de São Paulo com o prêmio de melhor escultor nacional. Na bienal foi ainda homenageado em 1957 com sala especial. Sua obra integra os acervos do Museu de Arte de São Paulo, da Pinacoteca do Estado e do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo. Realizou ainda, na capital paulista, a medalha comemorativa do Centenário da Independência do Brasil (1920), a escultura Eva (1921) e o Monumento às Bandeiras, este projetado nos anos 20 e realizado posteriormente.
Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Victor_Brecheret

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Peça de artes- Cristiano narchi 7b n°10

Personagens:
Ramón: yo soy Ramón tengo grande corazón no soy muy grandón pero toco violón
Redford: Sou pequeno e não paro de dar pulinhos tento alcaçar o céu pegando moedinhas.
Elebron: eu sou elebron, jogador de basquete, se amendoim me cai mal, imagina croquete.
Keropão: eu sou keropão, gosto de pão, naci no Japão,e viajo de avião
Cão bolista: Que basquete bonito que aqui o cão deixou, passou todo mundo e a todos impressionou.
Greenchashew: sou torcedor roxo de basquete especialmente quando distribuem croquetes.

O jogo do século
Rámon: O jogo vai começar vamos ver o melhor jogador de basquete disputado por elebron e cão bolista, com a bola sensação Redford.  O juiz que acabou de virar o favorito keropão, e o torcedor mais animado que solta até raio greencashew.
Keropão: Que comece o jogo do século.
 Greenkashu: Partida limpa! Mas que nada,  Pega minha sacola de batata.
Keropão: Pare GreenKashu não queremos te arruinar e raios terá que parar de soltar
Greenkashu: Não, soltar raios não vou parar ficarei até o final com Zé colméia e catatau.
Rámon: Bom, continuando.
Rámon: Redford é lançado para o ar e o apito começa a soar. Greencashew  comessa  a torcer e soltar raios de intreter.
Ramón: O elebron arremeça iiiiiii caiu.
Keropão: dois pontos para o elefante essa partida, ta muito emocionante.
Redford: wiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
Elebron: E ai cão bolista, vai joga basquete ou só vai ficar ai comendo croquete.
Cão Bolão:Isso não é nada elebron to só aquecendo, meu jogo de verdade vai te deixar o chão lambendo    
Elebron: então aqueça a minha de verdade,  pois do jeito que ta aquecendo, ta sendo uma banalidade.
Elebron:Vou  deixar você passar pois assim não tem graça já sabem que o melhor esta na praça.
Redford:Elebron vou te ajudar a ganhar, mas vai te custar, um passeio pela Lua, que há de sonhar.
The middle (music)
Elebron: Ganhei, sabia que ia, facil demais ate pra minha tia.
Cão Bolão: Não acredito, que miséria, sonhei com isso até agora mas perdi honestamente sem trapaça nem demora.
Keropão: E o vencedor é elebron.  Por favor um apaluso para o vencedor. E o melhor jogador também melhor corredor.
Elebron:obrigado Redford por me ajudar nessa vitoria, um passeio na lua ganhará sem demora.
Talking to the moon. Red Ford chega a lua.
FATALITY
FIM.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Definição de Xilogravura - Lucas Tokio 7B n°21

Xilogravura é a técnica de gravura na qual se utiliza madeira como matriz e possibilita a reprodução da imagem gravada sobre papel ou outro suporte adequado. É um processo muito parecido com um carimbo.
É uma técnica em que se entalha na madeira, com ajuda de instrumento cortante, a figura ou forma (matriz) que se pretende imprimir. Em seguida usa-se um rolo de borracha embebecida em tinta, tocando só as partes elevadas do entalhe. O final do processo é a impressão em alto relevo em papel ou pano especial, que fica impregnado com a tinta, revelando a figura. Entre as suas variações do suporte pode-se gravar em linóleo (linoleogravura) ou qualquer outra superfície plana. Além de variações dentro da técnica, como a xilogravura de topo.